Mosaico de Unidades de Conservação do Cerrado Paulista | Fundação Florestal

Mosaico de Unidades de Conservação do Cerrado Paulista

Em 2008, a publicação “Diretrizes Para a Conservação e Restauração da Biodiversidade no Estado de São Paulo”, elaborada no âmbito do Programa Biota-FAPESP, realizou a mais abrangente avaliação das áreas estaduais com atributos para transformação em Unidades de Conservação de Proteção Integral, classificando-as segundo prioridade para conservação.

Doze áreas distribuídas por todo o estado foram indicadas com grau extremo de prioridade para proteção. Entre elas, os remanescentes de cerrado nos municípios de Agudos, Bauru e Pederneiras.

Entre 2012 e 2013 o Instituto Florestal detalhou os estudos naquelas áreas como subsídio a proposta de criação de unidade de conservação. No fim daquele ano foi realizada audiência pública no município de Bauru para informar e ouvir a sociedade sobre a proposta.

Tal audiência, associada a questões fundiárias, conduziu a alterações na proposta original.

Aqui estão disponíveis três documentos:

  1. O relatório técnico do Instituto Florestal destacando as principais características que motivam e justificam a proposta de criação de unidade de conservação daquela área de cerrado.
  2. A Resolução SMA nº 37 de 4/4/2018, que traz um resumo da proposta técnica do Instituto Florestal, o mapa e os memoriais descritivos da atual proposta.
  3. O mapa final em maior resolução.

É importante salientar que a proposta válida, que ora é submetida à apreciação da sociedade, é aquela descrita na Resolução SMA nº 37. Referida normativa propõe a criação do Mosaico de Unidades de Conservação do Cerrado Paulista, composto pelo Refúgio de Vida Silvestre Aimorés e pela Área de Relevante Interesse Ecológico Leopoldo Coutinho.

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